Olá, pessoal. Nós, do Maná, temos aprendido a necessidade de uma constante atualização e adaptação, por causa das demandas profissionais e pessoais. O texto abaixo, de Max Gehringer, ilustra como, nesta vida, nada pode ser tão bom que não possa ser ainda melhor. pode ser um produto, uma forma de agir, um modo de pensar, um casamento, uma amizade, a vida espiritual, o nosso MANÁ... enfim, leia e reflita.
Abração,
Messias.
O NORTE-AMERICANO HENRY FORD TRANSFORMOU A CARA DO século XX ao desenvolver, em 1908, um dos carros mais famosos da história.
O modelo T, conhecido no Brasil como Ford Bigode. O Ford modelo T foi o primeiro carro do mundo produzido em grande escala e vendido a um preço acessível. Antes do modelo T, só os ricos podiam ter um carro. Por isso, as fábricas contavam sua produção anual em milhares de unidades.
Depois do modelo T, as unidades passaram a ser contadas em milhões, porque a classe média já podia comprar um automóvel. E aí... bom, aí, um dia, no auge do sucesso, Henry Ford resolveu levar a família para passar férias na Europa.
Era a primeira vez na vida que ele ficaria dois meses longe de seus negócios. Quando Henry Ford voltou, seus executivos tinham uma surpresa para ele. O protótipo de um novo modelo T, mais atualizado, mais bonito, mais avançado. Aí, diz uma versão da lenda, Henry Ford destruiu o carro com as próprias mãos. Segundo outra versão, mandou destruí-lo. Por puro ciúme. Porque o modelo T era a sua criação, a paixão de sua vida, e ninguém podia mexer nele, ou sequer dar palpite. E o velho modelo T continuou a ser fabricado sem alterações até 1927. Nesse ano, a teimosia de Henry Ford finalmente fez com que a Ford perdesse a liderança do mercado. Liderança que nunca mais seria recuperada nos 75 anos seguintes.
Através dos tempos, a lição de Ford vem servindo de exemplo para todas as empresas e todos os produtos. E serve também para as carreiras das pessoas. É preciso mudar, se atualizar e se adaptar. Produtos e carreiras não têm idade.
A Coca-Cola já tem mais de 100 anos e continua jovem. A mesma coisa acontece no mercado de trabalho. Não existem profissionais jovens ou velhos. Existem apenas profissionais atualizados ou desatualizados.
é um bom texto para trabalharmos os temas "mudanças, atualização e adaptação". Acredito que podemos tirar bom proveito para as nossas vidas. um abraço grande e um Maná guiado por Deus nessa segunda. Aurineide
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