Pastor Sérgio Fernandes
Apocalipse 2:2 - Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos.
Jesus é onisciente. Ele detém todo o conhecimento do universo. Conhece passado, presente e futuro da mesma forma que nos lembramos do azul do céu.
E, neste verso, vemos em particular o conhecimento que Ele tem de nossas obras. O que fazemos diz muito a nosso respeito... o porque fazemos também.
Cada ação sua tem um significado espiritual, cada gesto individual é uma afirmação que você dá em direção ao céu. Quando nos inclinamos para a carne, estamos bradando aos céus que não aceitamos o senhorio de Cristo; entretanto, quando nos inclinamos ao Espírito Santo, estamos dizendo a Cristo: "quero mais da Tua graça na minha vida".
De que maneira você quer que Jesus entenda suas obras?
Maná da Segunda
quinta-feira, 22 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
Tema: Sinais da queda de uma organização
(Revista Eletrônica Cristianismo Hoje)
O declínio de uma organização passa por cinco estágios nem sempre fáceis de perceber. Recentemente, um grupo de pesquisadores americanos escreveu uma obra com o nome How The Mighty Falls (ainda sem título em português).
Esta obra foi inspirada em uma conversa durante um seminário, no qual alguns líderes de setores tão diversos como o militar e o de empreendimentos sociais reuniram-se para explorar temas de interesse comum a todos. O tema era a grandeza da América e os riscos desse gigantismo. O receio geral era de que o sucesso encobrisse o perigo e os alertas do declínio. Saíram de lá pensando em como seria possível perceber que uma organização aparentemente saudável pudesse estar enfrentando sérios problemas. Identificaram, então, cinco sinais de problemas que, muitas vezes são imperceptíveis às lideranças.
1. O primeiro é a autoconfiança como fruto do sucesso. “Prestamos um desserviço a nós mesmos quando estudamos apenas sobre sucesso”, afirma Collins. Uma pesquisa e análise acerca de empreendimentos mostra que poucos livros investigam as raízes do fracasso. Parece que existe a presunção de que o sucesso é inevitável, razão pela qual não se torna necessário considerar as possíveis conseqüências de uma queda.
A confiança exagerada em si mesmos, nos sistemas que criam ou na própria capacidade para resolver tudo faz com que os líderes não enxerguem seus pontos de fraqueza. Subestimar os problemas e superestimar a própria capacidade de lidar com eles é autoconfiança em excesso.
2. A busca pelo crescimento exagerado é o segundo estágio que antecede a derrocada, seja de uma organização secular ou de um ministério cristão. Muitos líderes tornam-se cegos pelo êxtase do expansionismo. Constantemente surge uma necessidade em tais líderes de mostrarem-se capazes, e eles não conhecem outra forma de fazer isso que não seja tornando seus empreendimentos maiores, independente das conseqüências. É a incessante idéia de que tudo tem que crescer e crescer. Todavia, impressiona o fato de que a cobrança de Jesus aos seus discípulos estivesse relacionada à necessidade de fazer novos discípulos, e não construir grandes organizações. Ele precisa saber que os discípulos bem treinados em cada cidade e povoado dariam conta de conduzir o movimento cristão, sua centralização e expansão tão somente para causar uma impressão. A ganância e a busca desenfreada por mais é uma das principais situações que derrubam um grupo ou organização. Geralmente, quando se entra nesse processo descontrolado, corre-se o risco de se abandonar os princípios sobre os quais a entidade foi construída.
3. O terceiro estágio de declínio é desencadeado quando líderes e organizações ignoram ou minimizam informações críticas, ou se recusam a escutar aquilo que não lhes interessa. A negociação dos riscos é um perigo iminente – e riscos não levados a sério são justamente aqueles que, posteriormente, causam grandes estragos na organização. É preocupante, quando organizações que baseiam suas decisões em informações inadequadas. Em meu ministério de liderança, cedo aprendi a temer conselhos que começam com expressões como “Estão dizendo” ou “O pessoal está sentindo”. Prefiro valorizar dados precisos, vindas de pessoas confiáveis, sábias, que se engajam na tarefa de liderar a comunidade com sensatez. Isso nos possibilitou caminhar ao lado de gente que jamais imaginávamos que caminharia conosco. Nada me foi mais valioso do que receber, delas, informações que me ajudaram a conduzir minha congregação.
4. O estágio quarto começa, quando uma organização reage a um problema usando artifícios que não são os melhores. Por exemplo, uma grande aposta em um produto não consolidado, o lançamento de uma imagem nova no mercado, sem que se tenha certeza de que esta nova imagem é realmente melhor do que a já conhecida, a contratação de consultores que prometem sucesso ou a busca de um novo herói – como o político que vai salvar a pátria ou o executivo que em três meses vai tirar a empresa do buraco.
5. Collins menciona ainda o estágio cinco, que é o da rendição. Se as coisas saem do eixo, organizações tendem a perder a fé e o espírito.
Quando começa a morte de uma organização? Que sinais indicadores de vida foram perdidos ou negligenciados? Que princípios essenciais foram abandonados? Que informações não foram atendidas? Como recuperar o rumo em vez de ficar correndo atrás da multidão pegando toda onda que passa? Essas são boas perguntas. Se ignoradas, a organização cairá.
O declínio de uma organização passa por cinco estágios nem sempre fáceis de perceber. Recentemente, um grupo de pesquisadores americanos escreveu uma obra com o nome How The Mighty Falls (ainda sem título em português).
Esta obra foi inspirada em uma conversa durante um seminário, no qual alguns líderes de setores tão diversos como o militar e o de empreendimentos sociais reuniram-se para explorar temas de interesse comum a todos. O tema era a grandeza da América e os riscos desse gigantismo. O receio geral era de que o sucesso encobrisse o perigo e os alertas do declínio. Saíram de lá pensando em como seria possível perceber que uma organização aparentemente saudável pudesse estar enfrentando sérios problemas. Identificaram, então, cinco sinais de problemas que, muitas vezes são imperceptíveis às lideranças.
1. O primeiro é a autoconfiança como fruto do sucesso. “Prestamos um desserviço a nós mesmos quando estudamos apenas sobre sucesso”, afirma Collins. Uma pesquisa e análise acerca de empreendimentos mostra que poucos livros investigam as raízes do fracasso. Parece que existe a presunção de que o sucesso é inevitável, razão pela qual não se torna necessário considerar as possíveis conseqüências de uma queda.
A confiança exagerada em si mesmos, nos sistemas que criam ou na própria capacidade para resolver tudo faz com que os líderes não enxerguem seus pontos de fraqueza. Subestimar os problemas e superestimar a própria capacidade de lidar com eles é autoconfiança em excesso.
2. A busca pelo crescimento exagerado é o segundo estágio que antecede a derrocada, seja de uma organização secular ou de um ministério cristão. Muitos líderes tornam-se cegos pelo êxtase do expansionismo. Constantemente surge uma necessidade em tais líderes de mostrarem-se capazes, e eles não conhecem outra forma de fazer isso que não seja tornando seus empreendimentos maiores, independente das conseqüências. É a incessante idéia de que tudo tem que crescer e crescer. Todavia, impressiona o fato de que a cobrança de Jesus aos seus discípulos estivesse relacionada à necessidade de fazer novos discípulos, e não construir grandes organizações. Ele precisa saber que os discípulos bem treinados em cada cidade e povoado dariam conta de conduzir o movimento cristão, sua centralização e expansão tão somente para causar uma impressão. A ganância e a busca desenfreada por mais é uma das principais situações que derrubam um grupo ou organização. Geralmente, quando se entra nesse processo descontrolado, corre-se o risco de se abandonar os princípios sobre os quais a entidade foi construída.
3. O terceiro estágio de declínio é desencadeado quando líderes e organizações ignoram ou minimizam informações críticas, ou se recusam a escutar aquilo que não lhes interessa. A negociação dos riscos é um perigo iminente – e riscos não levados a sério são justamente aqueles que, posteriormente, causam grandes estragos na organização. É preocupante, quando organizações que baseiam suas decisões em informações inadequadas. Em meu ministério de liderança, cedo aprendi a temer conselhos que começam com expressões como “Estão dizendo” ou “O pessoal está sentindo”. Prefiro valorizar dados precisos, vindas de pessoas confiáveis, sábias, que se engajam na tarefa de liderar a comunidade com sensatez. Isso nos possibilitou caminhar ao lado de gente que jamais imaginávamos que caminharia conosco. Nada me foi mais valioso do que receber, delas, informações que me ajudaram a conduzir minha congregação.
4. O estágio quarto começa, quando uma organização reage a um problema usando artifícios que não são os melhores. Por exemplo, uma grande aposta em um produto não consolidado, o lançamento de uma imagem nova no mercado, sem que se tenha certeza de que esta nova imagem é realmente melhor do que a já conhecida, a contratação de consultores que prometem sucesso ou a busca de um novo herói – como o político que vai salvar a pátria ou o executivo que em três meses vai tirar a empresa do buraco.
5. Collins menciona ainda o estágio cinco, que é o da rendição. Se as coisas saem do eixo, organizações tendem a perder a fé e o espírito.
Quando começa a morte de uma organização? Que sinais indicadores de vida foram perdidos ou negligenciados? Que princípios essenciais foram abandonados? Que informações não foram atendidas? Como recuperar o rumo em vez de ficar correndo atrás da multidão pegando toda onda que passa? Essas são boas perguntas. Se ignoradas, a organização cairá.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Maná desta segunda-feira
A graça e a Paz do Senhor amados.....
Hoje o Maná estará se encontrando como de costume, e o texto que será trabalhado é: Aprendendo a diagnosticar os sinais vitais dos problemas em uma organização.
Contamos com sua presença, ela é essencial para nosso crescimento.....
O encontro será realizado como de costume, às 19h, iniciando com um delicioso lanche, no seguinte endereço:
Espaço Filadélfia
Endereço: Rua Duque de Caxias, nº. 1.931, Bairro São Cristóvão.
Informações: 3221-0204
Que a paz que excede o vosso entendimento esteja contigo hoje e sempre.....
Deus abençoe
Hoje o Maná estará se encontrando como de costume, e o texto que será trabalhado é: Aprendendo a diagnosticar os sinais vitais dos problemas em uma organização.
Contamos com sua presença, ela é essencial para nosso crescimento.....
O encontro será realizado como de costume, às 19h, iniciando com um delicioso lanche, no seguinte endereço:
Espaço Filadélfia
Endereço: Rua Duque de Caxias, nº. 1.931, Bairro São Cristóvão.
Informações: 3221-0204
Que a paz que excede o vosso entendimento esteja contigo hoje e sempre.....
Deus abençoe
Adoração e Louvor como estilo de vida II
Aqui estão mais alguns hábitos que irão fazer nossa adoração acontecer diariamente.
5. Adoração através de relacionamentos profundos com outros cristãos, João 17.21 (a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste): A Bíblia nos ensina que Deus nos criou para viver em comunidade com outros cristãos. Damos prazer a Deus quando conhecemos outros e nos tornamos conhecidos deles. Aqui na Filadélfia, a melhor forma para fazermos isso é através dos grupos de Comunhão.
6. Adoração através do compartilhamento da fé, Atos 18.9-10 (Teve Paulo durante a noite uma visão em que o Senhor lhe disse: Não temas; pelo contrário, fala e não te cales; porque eu sou contigo, e ninguém ousará fazer-te mal, pois tenho muito povo nesta cidade): Deus quer que todas as pessoas O adorem, não porque Ele é um ego maníaco que precisa de nossa adoração, mas porque a adoração é a forma para a qual como fomos criados por Deus. Ele quer o melhor de nós.
Use o tempo nesta semana para compartilhar sua jornada espiritual com alguém. Diga-lhes como você desenvolveu sua fé em Cristo. Não se preocupe com a reação delas. Relaxe, sabendo que o que você está fazendo é parte do plano de expansão da adoração a Deus no mundo.
7. Adoração através do serviço aos outros, Mateus 25.40 (O Rei, respondendo, lhes dirá: em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes): Quando servimos um ao outro, Jesus nos diz que estamos realmente servindo a Ele. Se você pensa que não tem nenhum dom que seja útil para servir, você está errado. Deus o criou com talento e dons que Ele deu especialmente para você servir aos outros.
8. Adoração através de uma atitude de gratidão, Lucas 17.12-19 (Ao entrar numa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez leprosos, que ficaram de longe e lhe gritaram, dizendo: Jesus, Mestre, compadece-te de nós! Ao vê-los, disse-lhes Jesus: Ide e mostrai-vos aos sacerdotes. Aconteceu que, indo eles, foram purificados. Um dos dez, vendo que fora curado, voltou, dando glória a Deus em alta voz, e prostrou-se com o rosto em terra aos pés de Jesus, agradecendo-lhe; e este era samaritano. Então, Jesus lhe perguntou: Não eram dez os que foram curados? Onde estão os nove? Não houve, porventura, quem voltasse para dar glória a Deus, senão este estrangeiro? E disse-lhe: Levanta-te e vai; tua fé te salvou): Quando olhamos através da lente da gratidão, vemos nossas vidas – e tudo nela – é dádiva de Deus. Desenvolva seu próprio exercício espiritual cada manhã que demonstre que está colocando suas lentes de gratidão. Então comece a agradecer a Deus por todas as boas coisas de sua vida. Você poderia interromper este estudo e fazer este exercício agora mesmo?
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Adoração e louvor como estilo de vida
A música é apenas uma pequena parte no que significa a verdadeira adoração bíblica. Adoração é um processo de entregar sua vida totalmente nas mãos de Deus. (Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para glória de Deus – 1 Coríntios 10.31).
Deus nos designou sermos Seus adoradores com nossas vidas. Existem hábitos espirituais que, desenvolvidas, irão nos ajudar a cultuar a Deus de maneira mais profunda. Aqui estão 4 hábitos que irão fazer nossa adoração acontecer diariamente.
1. Adoração através da oração, Mateus 6:7-9 (7 - E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. 8 – Não assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais): Pense nos motivos das orações que geralmente você faz. O quanto de suas orações é sobre você mesmo e quanto é sobre Deus? Quanto fazemos de Deus a razão de nossas orações, colocamos nossa vida de oração na perspectiva correta. Essa é exatamente a maneira como Jesus nos ensinou orar. A oração começa com Deus. Considere incluir em suas orações um tempo especial para focar sua atenção em Deus e no que Ele é. Mas lembre-se adoração é diferente de adulação. Procure ser sincero.
2. Adoração através do hábito de ler a Bíblia regularmente, João 4.23 (Mas vem a hora já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores): A Bíblia diz que adoramos a Deus “em espírito e em verdade”. Como poderemos adorar a Deus sem o claro entendimento de quem Ele é? A verdade sobre Deus é essencial no culto. Preste especial no livro de Salmos. Nenhum livro na Bíblia é tão rico em adjetivos para descrever quem Deus é.
3. Adoração através da obediência a Deus, João 15.14 (Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer): Nós adoramos a Deus quando O obedecemos. Todos precisamos nos dedicar ao hábito da obediência em nossas vidas. Siga passos práticos para ver que isso faça parte de sua vida. Não permita que o “deixar para amanhã” domine você. Habitue-se a registrar o que Deus está falando ao seu coração, de modo que possa fazer o que deve imediatamente!
4. Adoração através das finanças, Mateus 6.21 (porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração): Se você quer saber o que adora em sua vida, dê uma olhada em seu talão de cheques. Deus quer que entreguemos nosso ser por inteiro a Ele. Uma forma de mostrar isso é fazê-Lo Senhor de nossas finanças. Se você já é um dizimista comprometido, considere ir, além disso, por exemplo, adotando pessoalmente um missionário. [...]
Deus nos designou sermos Seus adoradores com nossas vidas. Existem hábitos espirituais que, desenvolvidas, irão nos ajudar a cultuar a Deus de maneira mais profunda. Aqui estão 4 hábitos que irão fazer nossa adoração acontecer diariamente.
1. Adoração através da oração, Mateus 6:7-9 (7 - E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. 8 – Não assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais): Pense nos motivos das orações que geralmente você faz. O quanto de suas orações é sobre você mesmo e quanto é sobre Deus? Quanto fazemos de Deus a razão de nossas orações, colocamos nossa vida de oração na perspectiva correta. Essa é exatamente a maneira como Jesus nos ensinou orar. A oração começa com Deus. Considere incluir em suas orações um tempo especial para focar sua atenção em Deus e no que Ele é. Mas lembre-se adoração é diferente de adulação. Procure ser sincero.
2. Adoração através do hábito de ler a Bíblia regularmente, João 4.23 (Mas vem a hora já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores): A Bíblia diz que adoramos a Deus “em espírito e em verdade”. Como poderemos adorar a Deus sem o claro entendimento de quem Ele é? A verdade sobre Deus é essencial no culto. Preste especial no livro de Salmos. Nenhum livro na Bíblia é tão rico em adjetivos para descrever quem Deus é.
3. Adoração através da obediência a Deus, João 15.14 (Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer): Nós adoramos a Deus quando O obedecemos. Todos precisamos nos dedicar ao hábito da obediência em nossas vidas. Siga passos práticos para ver que isso faça parte de sua vida. Não permita que o “deixar para amanhã” domine você. Habitue-se a registrar o que Deus está falando ao seu coração, de modo que possa fazer o que deve imediatamente!
4. Adoração através das finanças, Mateus 6.21 (porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração): Se você quer saber o que adora em sua vida, dê uma olhada em seu talão de cheques. Deus quer que entreguemos nosso ser por inteiro a Ele. Uma forma de mostrar isso é fazê-Lo Senhor de nossas finanças. Se você já é um dizimista comprometido, considere ir, além disso, por exemplo, adotando pessoalmente um missionário. [...]
terça-feira, 13 de abril de 2010
A MENTE APAGA REGISTROS DUPLICADOS
(Artigo do Jornal O Estado de São Paulo – por Airton Luiz Mendonça)
O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio, por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo batimentos cardíacos, ciclos de sono, sede e pressão sanguínea, mas logo você começará a perder a noção do tempo.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: Nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e, portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ela indica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo.
Porém, conforme a mesma experiência vai se repetindo, ela vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e “apagando” as experiências duplicadas.
Se você entendeu esses dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque natais chegam cada vez mais rapidamente. Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior da mente); O cérebro já sabe qual a marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência).
Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir – as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, ..... enfim ...... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década. Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a ... ROTINA.
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido tantos anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (MUDE E MARQUE).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um anos, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia). Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, botas-foras, participe do aniversário de formatura da sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes de natal, vá a bons shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente. Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes. Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes. Seja diferente. Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos.... em outras palavras.... V-I-V-A!!!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o .... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos. Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes e que gostam de comidas diferentes. Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?
Boa sorte com suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.
“Faça algo que faça seus olhos brilharem....”
O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio, por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo batimentos cardíacos, ciclos de sono, sede e pressão sanguínea, mas logo você começará a perder a noção do tempo.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: Nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e, portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ela indica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo.
Porém, conforme a mesma experiência vai se repetindo, ela vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e “apagando” as experiências duplicadas.
Se você entendeu esses dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque natais chegam cada vez mais rapidamente. Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior da mente); O cérebro já sabe qual a marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência).
Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir – as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, ..... enfim ...... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década. Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a ... ROTINA.
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido tantos anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (MUDE E MARQUE).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um anos, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia). Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, botas-foras, participe do aniversário de formatura da sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes de natal, vá a bons shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente. Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes. Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes. Seja diferente. Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos.... em outras palavras.... V-I-V-A!!!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o .... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos. Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes e que gostam de comidas diferentes. Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?
Boa sorte com suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.
“Faça algo que faça seus olhos brilharem....”
terça-feira, 6 de abril de 2010
Pressa para o Senhor
Pr. Olavo Feijó
Salmos 22:19 - Mas tu, SENHOR, não te alongues de mim. Força minha, apressa-te em socorrer-me.
Há comentaristas que chamam de "messiânico" o Salmo 22, porque seu texto apresenta detalhes da crucificação de Jesus. O verso 19, entretanto, descreve os sentimentos de muitos de nós: "Mas Tu Senhor, não te alongues de mim, força minha, apressa-te em socorrer-me" (Salmo 22:19).
A maioria dos nossos problemas aumenta de intensidade, quando não resolvida a tempo. A inflamação se espalha. A dor se intensifica. A ansiedade prejudica o raciocínio. Daí nossa preocupação, que nos empurra na busca de saída ou de solução.
Quando lemos a Bíblia, uma das coisas que mais encontramos é a ansiedade. No livro de Salmos, então, temos um desfile de orações ansiosas, angustiadas. Esta constatação é importante porque, ao vermos nossas próprias ansiedades, descobrimos que não somos diferentes dos crentes da Bíblia. Como o Salmista, todos nós repetimos: "apressa-te em socorrer-me". Enquanto não percebemos o socorro divino, porém, a ansiedade nos incomoda. E o que é pior, ela nos intimida, sugerindo que nossa fé esteja ficando fraca. Olhemos para nosso passado: quantas vezes o Senhor nos ajudou! Diante disso, a Bíblia afirma: o que Ele fez no passado, fará no futuro. Nós mudamos, mas Ele não.
Salmos 22:19 - Mas tu, SENHOR, não te alongues de mim. Força minha, apressa-te em socorrer-me.
Há comentaristas que chamam de "messiânico" o Salmo 22, porque seu texto apresenta detalhes da crucificação de Jesus. O verso 19, entretanto, descreve os sentimentos de muitos de nós: "Mas Tu Senhor, não te alongues de mim, força minha, apressa-te em socorrer-me" (Salmo 22:19).
A maioria dos nossos problemas aumenta de intensidade, quando não resolvida a tempo. A inflamação se espalha. A dor se intensifica. A ansiedade prejudica o raciocínio. Daí nossa preocupação, que nos empurra na busca de saída ou de solução.
Quando lemos a Bíblia, uma das coisas que mais encontramos é a ansiedade. No livro de Salmos, então, temos um desfile de orações ansiosas, angustiadas. Esta constatação é importante porque, ao vermos nossas próprias ansiedades, descobrimos que não somos diferentes dos crentes da Bíblia. Como o Salmista, todos nós repetimos: "apressa-te em socorrer-me". Enquanto não percebemos o socorro divino, porém, a ansiedade nos incomoda. E o que é pior, ela nos intimida, sugerindo que nossa fé esteja ficando fraca. Olhemos para nosso passado: quantas vezes o Senhor nos ajudou! Diante disso, a Bíblia afirma: o que Ele fez no passado, fará no futuro. Nós mudamos, mas Ele não.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
A virada
Olá pessoal,
Hoje teremos a exibição de um excelente filme com o tema A Virada.
O filme é muito engrandecedor, vale a pena conferir.
Estaremos todos reunidos como de costume às 19:00 no local que segue abaixo:
Espaço Filadélfia
Endereço: Rua Duque de Caxias, nº. 1.931, Bairro São Cristóvão.
Informações: 3221-0204
Contamos com sua presença, ela engrandecerá muito nosso aprendizagem....
Deus abençoe rica e poderosamente sua semana....
Att...
Ovinda Davis e equipe do Maná da Segunda....
Até mais....
Hoje teremos a exibição de um excelente filme com o tema A Virada.
O filme é muito engrandecedor, vale a pena conferir.
Estaremos todos reunidos como de costume às 19:00 no local que segue abaixo:
Espaço Filadélfia
Endereço: Rua Duque de Caxias, nº. 1.931, Bairro São Cristóvão.
Informações: 3221-0204
Contamos com sua presença, ela engrandecerá muito nosso aprendizagem....
Deus abençoe rica e poderosamente sua semana....
Att...
Ovinda Davis e equipe do Maná da Segunda....
Até mais....
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